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Princípios sobre o Dízimo

DIREITOS RESERVADOS DO DOCUMENTO

Associação Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia, outubro de 1984
Direitos reservados pela Editora Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Publicado pelo Departamento de Mordomia e Desenvolvimento da Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Editora Divisão Sul-Americana BRASÍLIA, DF, BRASIL

PREFÁCIO

A Igreja Adventista do Sétimo Dia, historicamente, tem sido reticente para publicar orientações oficiais quanto à maneira pela qual os membros devem aplicar o mandato bíblico do dízimo a situações específicas. Com efeito ela se tem restringido a citar as passagens bíblicas e as declarações do Espírito de Profecia que ensinam os princípios de dizimar e apelam para sincera fidelidade de seus membros neste aspecto de sua vida cristã.

Membros da igreja e obreiros fazem, porém, constantemente perguntas a respeito do dízimo. Com o objetivo de prover uma fonte de conselho e útil informação, os Oficiais da Associação Geral designaram uma comissão para preparar o documento: “Princípios e Diretrizes sobre o Dízimo.” Pela mesma razão, a referida comissão incluiu diversas pessoas leigas e obreiros denominacionais de vários tipos.

Neste documento, a comissão apresenta um sumário de seu amplo estudo sobre como os Cristãos Adventistas do Sétimo Dia atendem sob uma variedade de circunstâncias ao requisito do dízimo estabelecido por Deus. Também apresentam uma excelente compilação de princípios sobre a maneira de dizimar, cada um dos quais é apoiado por referências e citações da Bíblia e do Espírito de Profecia, que podem ser usados por indivíduos ao tomarem suas próprias decisões conscienciosas acerca do dízimo.

Exemplares do documento “Princípios e Diretrizes sobre o Dízimo” estarão a disposição de organizações denominacionais e indivíduos que os solicitarem. Esperamos que sejam usados, não como regra de julgamento para outros, e sim, como fonte de úteis conselhos e informações para os Adventistas do Sétimo Dia que procuram ser fiéis mordomos dos recursos que lhes foram confiados.

Os Oficiais da Associação Geral

INTRODUÇÃO

Na complexa sociedade hodierna muitas vezes é difícil, para os que ganham ordenados e salários, bem como para os profissionais autônomos e pessoas de negócios, determinar qual é sua renda dizimável. Os membros perguntam freqüentemente aos pastores ou escrevem aos oficiais das associações, buscando conselho a respeito da questão relacionadas com o dízimo que os preocupam. Os indivíduos comumente relutam em procurar prover respostas baseadas em suas opiniões pessoais. Achamos que devia haver material disponível para ser enviado a tais pessoas que esteja baseado no pensamento de uma “multidão de conselheiros.”

O cálculo do dízimo das pessoas tornou-se mais complicado em anos recentes. Os empregados estão provendo crescente número de benefícios adicionais, alguns dos quais não são relatados ao governo como renda, e alguns não são pagos ao empregado em dinheiro. Há diversas deduções da folha de pagamentos requeridas legalmente, assim como de outro tipo, tais como programas de aposentadoria, apólices de seguros, etc.

Através dos anos a Associação Geral proveu conselhos sobre vários aspectos do dízimo. Indivíduos também expressaram suas opiniões pessoais sobre este assunto por meio de artigos na Revista Adventista. Com tudo diretrizes abrangentes não foram elaboradas anteriormente para ajudar os membros a calcularem o seu dízimo.

Em 1983 o Departamento Ministerial e de Mordomia da Associação Geral efetuou um estudo sobre os métodos de dizimar. Um questionário abrangente foi enviado a presidentes, tesoureiros e diretores de mordomia de Uniões e Associações. As respostas a esse questionário confirmaram a necessidade de estudo adicional, esclarecimentos e orientações sobre o assunto do dízimo.

Em outubro de 1983 a Comissão da Associação Geral designou uma comissão especial para empreender esse estudo. Depois de diversas reuniões da comissão inteira e de numerosas reuniões de uma sub-comissão, foi completado o primeiro rascunho do relatório da comissão. Na primavera de 1984, esse rascunho, junto com um questionário, foi enviado a 160 administradores e diretores departamentais, e a aproximadamente 60 pastores e 60 membros leigos.

Solicitou-se que essas pessoas avaliassem os Princípios e Diretrizes sobre o Dízimo propostos, e expressassem suas opiniões e sugestões a respeito deles. Em geral, as respostas das 120 pessoas que devolveram o questionário foram muito positivas. Foi recebido um grande número de sugestões úteis, e muitas delas foram incorporadas no fraseado final das Orientações.

Comissão dos “Princípios e Diretrizes sobre o Dízimo”

(colocar os nomes dos membros da comissão???)

1. PRINCÍPIOS DO DÍZIMO DEUS É NOSSO CRIADOR, PROPRIETÁRIO, SUSTENTADOR E REDENTOR.
“Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades: tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem a ele.” (Col. 1:16-17)
Isa. 13:1; Gen. 1:1; Sal. 33:6-9; Sal. 100:3; Êx. 20:8-11; Apoc. 14:6-7; João 1:1-4; Sal. 24:1-2; Sal. 50:10-12; Ageu 2:8; Tia. 1:17; I Crôn. 29:11-14; Deut. 8:18; Atos 17:24-25; I Crôn. 6:19-20.
“Pertencemos a Deus; somos Seus filhos e filhas – Seus pela criação e Seus pelo dom de Seu filho unigênito, para a nossa redenção. ‘Não sois de vós mesmos… fostes comprados por bom preço; glorificai pois a deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.’ A mente, o coração, a vontade, e as afeições pertencem a Deus; do Senhor é o dinheiro que manuseamos. Todo bem que recebemos e gozamos resulta da benevolência divina.” CM, pág. 72.
2. O HOMEM É UM ADMINISTRADOR OU MORDOMO DAS COISAS DE DEUS.
“Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés.” Sal. 8:6
I Cor. 4:1; Gen. 2:15; Gê. 1:26-28; I Tim. 6:7; Atos 4:32; Luc. 12:42-43.
“O mordomo identifica-se com o patrão. Aceita as responsabilidades de um mordomo e deve agir em lugar do amo, fazendo o que este faria se estivesse presidindo. Os interesses do amo tornam-se seus. A posição do mordomo é uma posição de dignidade, porque o amo nele confia.” CM, pág. 113
3. JESUS É NOSSO EXEMPLO NO EXERCÍCIO DE UMA MORDOMIA FIEL. UM MORDOMO SE IDENTIFICA PLENAMENTE COM OS INTERESSES DE SEU SENHOR.
“Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” João 6:38
João 4:34; Mat. 26:39; Mat. 28:18-20; Isa. 43:5-7; Mat. 5:16; Lucas 11:42; Mat. 10:8; Prov. 21:26; I Cor. 3:9.
“A grande obra que Jesus anunciou que viera fazer, foi confiada a Seus seguidores na Terra. Cristo, como nossa cabeça, serve de guia na grande obra de salvação, e pede-nos que Lhe sigamos o exemplo. Deu-nos uma mensagem mundial. Esta verdade deve estender-se a todas as nações, línguas e povos. O poder de Satanás devia ser contestado, e ele vencido por Cristo e também por seus seguidores. Ampla guerra devia ser mantida contra os poderes das trevas. E a fim de fazer essa obra com êxito, eram necessários meios. Deus não se propõe a mandar recursos diretamente do Céu, mas põe nas mãos de Seus seguidores talentos de meios para serem usados para o fim definitivo de manter esta luta.” TS, vol. 1, pág. 367
4. DEUS EM PRIMEIRO LUGAR EM TODAS AS COISAS
“Não terás outros deuses diante de mim.” Êx. 20:3
“Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.” Lucas 10:27
Mat. 6:33; II Cor. 8:5; Prov. 3:9-10; Êx. 23:19.
“Nosso Redentor demanda mais do que Lhe damos. Nosso eu interpõe Seus desejos de ser o primeiro; mas o Senhor reclama a entrega de todo o coração, de todos os nossos afetos: quando estamos em harmonia com Deus, o pensamento de Sua honra e glória chega antes que qualquer outra coisa. Nenhuma pessoa é preferida antes dEle em nossos presentes e ofertas. Sabemos o que significa ser colaboradores com Cristo na sagrada sociedade com Ele.” 6T, págs. 103-104.
5. O PRINCÍPIO DO DÍZIMO É DIVINO EM SUA ORIGEM
“Mas aquele cuja genealogia não é contada entre eles tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas.” Hebreus 7:6
“Mas o sistema dos dízimos não se originou com os hebreus. Desde os primitivos tempos o Senhor reivindicava como Seu o dízimo; e tal reivindicação era reconhecida e honrada. Abraão pagou dízimos a Melquisedeque, sacerdote do altíssimo Deus. Gênesis 14:20. Jacó, quando em Betel, exilado e errante, prometeu ao Senhor: ‘De tudo quanto me deres, certamente Te darei o dízimo’. Gênesis 28:22. Quando os israelitas estavam prestes a estabelecer-se como nação, a lei dos dízimos foi confirmada, como um dos estatutos divinamente ordenados, da obediência ao qual dependia a sua prosperidade.” Patriarcas e Profetas, pág. 558]
6. O HOMEM É UM COLABORADOR JUNTO A DEUS
“De sorte que somos embaixadores da parte de Cristo, como se Deus por nós rogasse. Rogamo-vos pois da parte de Cristo que vos reconcilieis com Deus. E nós, cooperando também com ele, vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão.” II Cor. 5:20; 6:1
Mal. 3:10-12.
“Em todos os vossos ensino não esqueçais nunca que a melhor lição a ser ensinada e aprendida é a da união com Cristo na obra de salvar.” Conselhos aos Professores, pág. 392
7. O DÍZIMO É SANTO ASSIM COMO O SÁBADO É SANTO
“Também todas as dízimas do campo, da semente do campo, do fruto das árvores, são do Senhor; santas são ao Senho.” Lev. 27:30
Lev. 27:32.
“Usa-se a mesma linguagem quanto ao sábado que se usa na lei do dízimo: ‘o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus.’ Não tem o homem o direito nem poder para substituir o sétimo dia pelo primeiro… De igual maneira, o dízimo de nossas rendas ‘santo é ao Senhor.’ O Novo Testamento não dá novamente a lei do dízimo, como também não dá a do sábado; pois pressupõe a validade de ambos, e explica sua profunda importância espiritual.” CM. Pág. 66
8. A REGULARIDADE E SISTEMATIZAÇÃO AO DEVOLVER A DEUS O QUE É SEU
“Também no mesmo dia se nomearam homens sobre as câmaras, para os tesouros, para as ofertas alçadas, para as primícias, e para os dízimos, para ajuntarem nelas, das terras das cidades, as porções designadas pela lei para os sacerdotes e para os levitas; porque Judá estava alegre por causa dos sacerdotes e dos levitas que assistiam ali.” Nee. 12:44
Nee. 10:32-39; II Crôn. 31:11-21; I Cor. 16:1-2; II Cor. 8,9; 3T pág. 411; R&H Maio 19, 1893; 3T págs. 393-394.
“Essa questão do dar não é deixada ao impulso. Deus nos deu instrução a esse respeito. Especificou os dízimos e ofertas como sendo a medida de nossa obrigação. E ele deseja que demos regular e sistematicamente… Examine cada qual suas rendas com regularidade, pois são todas uma bênção de Deus, e ponha de parte o dízimo como um fundo separado, para ser sagradamente do Senhor… Depois de ser o dízimo posto a parte, sejam as dádivas e ofertas proporcionais: ‘segundo a sua prosperidade.’” CM, págs. 80-81
9. O DÍZIMO DEVE SER TRAZIDO à TESOURARIA DO SENHOR
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela voz venha maior abastança”. Mal. 3:10.
Êxo. 23:19.
“O dízimo é sagrado, reservado por Deus para Si mesmo. Tem de ser trazido ao Seu Tesouro, para ser empregado em manter os obreiros evangélicos em seu labor” CM, pág.93.
“Faz parte de vosso trabalho ensinar os que conquistais para a verdade a que tragam para o tesouro o dízimo como reconhecimento de sua subordinação a Deus” CM, pág.250.
10. O DÍZIMO É DEVOLVIDO A DEUS E, PROPORÇÃO AOS LUCROS, COMO RECONHECIMENTO DE QUE TUDO O QUE TEMOS E SOMOS É SEU.
“…Porém não aparecerá vazio perante o Senhor. Cada qual , conforme ao Dom da sua mão, conforme a benção que o senhor teu Deus te tiver dado” Deut. 16:16,17.
Deut. 14:22,23; 2 Cor. 8:12
“No sistema bíblico de dízimos e ofertas, as quantias pagas por várias pessoas certamente variarão muito, visto serem proporcionais às rendas” CM, pág.73.
“No trato de Deus com os judeus e com o Seu povo até o fim dos tempos, Ele requer beneficência sistemática proporcional aos rendimentos” TS, vol.1, pág.385.
11. DEVOLVER O DÍZIMO E DAR OFERTAS É PARTE DA ADORAÇÃO, UMA EXPRESSÃO GOZOSA DE LOUVOR, AMOR E ADORAÇÃO.
“E eis que agora eu trouxe as primícias dos frutos da terra que tu, ó Senhor me deste. Então as porás perante o Senhor teu Deus , e te inclinarás perante o Senhor teu Deus. E te alegrarás por todo o bem que o Senhor teu Deus te tem dado a ti e à tua casa, tu e o levita, e o estrangeiro que está no meio de ti” Deut. 26:10,11.
2 Cor. 8:7-9; 2 Cor. 9:12-13.
“Deus nos comunica Suas dádivas para que também demos, e deste modo revelemos Seu caráter ao mundo. Na dispensação judaica as dádivas e ofertas formavam uma parte essencial do culto a Deus. Os israelitas eram ensinados a consagrar ao serviço do santuário o dízimo de toda a renda. Além disso deviam trazer ofertas expiatórias, ofertas voluntárias e ofertas de gratidão. Estes eram os meios para sustentar o ministério do evangelho naquele tempo. Deus não espera menos de nós do que do povo antigamente. A grande obra da salvação das almas precisa ser levada avante. Pelo dízimo, ofertas e dádivas fez Ele provisão para esta obra” Parábolas de Jesus, pág.300.
12. NO SISTEMA DO DÍZIMO A PESSOA DETERMINARÁ O QUE É LUCRO.
“Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria”. 2 Cor. 9:7.
“Deus é o Criador do homem, instituindo o plano da beneficência sistemática, fez com que a obra pesasse igualmente sobre todos, segundo as diversas aptidões que possuem. Cada um tem de decidir suas próprias contribuições, sendo deixado na liberdade de dar segundo se propôs em seu coração” TS, vol. 1, pág. 548.
“ Ao determinar a proporção da oferta a dar para a causa de Deus, deveis de preferência exceder às exigências do dever a não cumpri-las”. TS, vol.1, pág. 563.
13. A BÍBLIA E O ESPÍRITO DE PROFECIA ACLAMAM E DEFINEM QUE BENÇÃOS ESPIRITUAIS E TEMPORAIS SÃO CONSEQÜÊNCIA DE UMA MORDOMIA FIEL.
“E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, afim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra”. 2 Cor. 9:8.
Deut. 28:1-13; Mal. 3:10-12; 2 Cor. 9:8-11.
“Sempre que o povo de Deus, em qualquer período do mundo, seguiu voluntária e alegremente a plano dEle quanto à beneficência sistemática e às dádivas e ofertas, verificaram Sua permanente promessa de que todos os seus labores seriam seguidos de prosperidade proporcional á obediência que dispensavam ao que deles requeria” CM, pág. 347.
“… A saúde espiritual e a prosperidade da igreja dependem, em alto grau, de sua beneficência sistemática. É como o sangue vital que deve fluir por todo o ser, dando vida a cada membro do corpo”. TS, vol. 1, pág.386.
14. O PROPÓSITO SUPREMO DO DÍZIMO É DESENVOLVER O CARÁTER E PROVAR NOSSA LEALDADE A DEUS.
‘Tornai vós para mim, e eu tornarei para vós, diz o Senhor dos Exércitos. Mas vós dizeis: Em que havemos de tornar? … Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos…” Mal. 3:7-12.
“…Deus planeou o sistema de beneficência, a fim de que o homem se pudesse tornar como o seu Criador: de índole benevolente e abnegada, e ser finalmente co-participante de Cristo, da eterna, gloriosa recompensa”. CM, pág. 15.
“Jamais nos devemos esquecer de que somos colocados sob prova, no mundo, a fim de determinar nossa habilidade para a vida futura. Nenhum daqueles cujo caráter estiver maculado com a nódoa imunda do egoísmo, poderá entrar no Céu. Portanto, Deus nos prova aqui, concedendo- nos posses temporais, para que o uso que disso fizermos possa revelar se nos poderão ser confiadas as riquezas eternas”. CM, pág. 22.
15. É UM DEVER FUNDAMENTAL DOS LÍDERES DA IGREJA, MEMBROS E PAIS PRATICAR A FIDELIDADE NO DÍZIMO COMO UM DOS REQUISITOS DE DEUS.
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma benção tal, que dela vos advenha a maior abastança”. Mal. 3:10.
Lev. 27:30,32; Núm. 18:21; Deut. 6:6-9; Deut. 8:11-18; Luc. 11:42.
“Nomeie a igreja pastores ou anciãos que sejam dedicados ao Senhor Jesus, e cuidem esses homens de que se escolham oficiais que se encarreguem fielmente do trabalho de recolher o dízimo. Se os pastores não se demostrarem aptos para o cargo, se deixarem de apresentar à igreja a importância de devolver ao Senhor o que lhe pertence, se não cuidarem de que os oficiais que estão sob suas ordens sejam fiéis, e que o dízimo seja trazido, estão em perigo. Estão negligenciando uma questão que envolve uma benção ou maldição para a igreja. Devem ser alijados de sua responsabilidade, e outros homens devem ser experimentados e provados”. CM, pág. 106.
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